Com saída de Fábio e Henrique distante, Cruzeiro vê última era vitoriosa se aproximar do fim

Em relação ao elenco bicampeão da Copa do Brasil em 2017 e 2018, Lucas França e Lucas Ventura estão na Toca em 2022, mas não entraram em campo naquelas edições da competição.

Cruzeiro, há alguns anos, vive um momento bem diferente daquele com o qual foi acostumado na maior parte de sua história. Os títulos, por conta de diversos problemas, não fazem parte da atual realidade. O torcedor, óbvio, segue com eles na memória, mas as últimas “personificações” das taças em campo vão também ficando apenas na lembrança.

Os últimos remanescentes das conquistas do bicampeonato da Copa do Brasil, em 2017 e 2018, vão, um a um, deixando a Toca da Raposa. Fábio, de forma surpreendente, se despediu por meio de carta nas redes sociais. Henrique tinha contrato até 31 de dezembro, ainda conversa com a gestão, mas, hoje, tem permanência improvável. Veja os detalhes.

No fim do ano passado, Rafael Sobis, artilheiro da Copa do Brasil de 2017, se aposentou. Ariel Cabral, titular naquela edição e presente também em 2018, não renovou e ainda busca um clube para a próxima temporada. O zagueiro Léo também teve a saída da Toca confirmada no ano passado. Assim, não há contrato vigente com nenhum dos bicampeões três anos atrás.

Isso levando em consideração os jogadores que entraram em campo e que foram, ao menos em algum momento da passagem pelo clube, identificados com a torcida. Lucas França estava no elenco nos dois anos, chegou a ser relacionado para partidas, mas não atuou. O que também ocorreu com Lucas Ventura, em 2017.

Além dos dois, o único jogador entre os 23 garantidos no elenco para 2022 que conquistou um título nacional foi Marcelo Moreno. Mas o boliviano fez parte do grupo que venceu o último Brasileiro para o Cruzeiro, em 2014. Fez 15 gols naquela edição do torneio.

Léo e Henrique conquistam mais um troféu com a camisa do Cruzeiro — Foto: Agência I7

Léo e Henrique conquistam mais um troféu com a camisa do Cruzeiro — Foto: Agência I7

Com as mudanças recentemente realizadas no elenco, Moreno é o único do grupo de jogadores que supera a marca de 100 partidas pelo Cruzeiro. São 147 jogos e 54 gols marcados pelo boliviano, maior artilheiro estrangeiro da história do clube.

O momento dele, no entanto, está longe de ser bom. Retornou em 2020 para a disputa da Série B, vindo da China, mas não se firmou. Não conseguiu sequer ser titular absoluto, realizando 54 partidas e marcando nove gols, desde então. Pela seleção dele, no entanto, vive momento iluminado. É artilheiro das Eliminatórias, com nove gols.

Fonte: ge.globo.com

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