Auxiliar do América-MG diz que derrota era “risco calculado” e indica sequência de rodízio no Mineiro

Clube optou por aumentar tempo de preparação do elenco “principal” e levou jogadores menos utilizado para Poços; situação deve ser mantida para domingo, contra o Democrata GV

O América-MG estreou no Campeonato Mineiro com derrota por 2 a 1 para a Caldense, fora de casa. Um começo longe do ideal, mas nem tão distante assim da realidade que era esperada, segundo aponta Diogo Giacomini.

O auxiliar da comissão fixa americana foi o responsável por comandar o time alternativo do Coelho, em Poços de Caldas. Marquinhos Santos ficou em BH, junto de boa parte do elenco “principal”, visando uma preparação melhor na pré-temporada. O tropeço no Sul de Minas, segundo Giacomini, era um risco já calculado pelo clube.

“O América, quando fez esse planejamento, correu um risco calculado. Sabíamos que o jogo aqui era muito difícil. (…) Mas a gente sabe onde quer chegar”

– Nós temos alvos no ano, e a gente sabe que esse período preparatório vai fazer diferença lá na frente, em todos os compromissos da temporada. Nós não vamos abrir mão desse planejamento, não vamos mudar o planejamento por causa de uma derrota.

No duelo dessa terça-feira, Lucas Kal, João Paulo, Zé Ricardo e Juninho Valoura foram os representantes daqueles atletas mais utilizados no ano passado. Entre os reforços para 2022, só Iago Maidana entrou em campo. E cinco jogadores atuaram pela primeira vez no profissional, sendo dois que estavam até semana passada jogando a Copinha: Mateus Henrique e Adyson.

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