Allan comenta preparação mental do Atlético-MG para clássico contra o Cruzeiro: “Jogar o nosso futebol”

Volante do Galo é a prova viva de controle emocional, com redução dos cartões amarelos e vermelhos; jogador admite que não acompanha o rival, mas coloca peso na importância do jogo.

Atlético-MG está com a derrota do último clássico ainda entalado na garganta. Neste domingo, volta a encarar o Cruzeiro, depois de quase um ano, para tentar devolver o resultado passado. É um jogo de nervos, envolve rivalidade, estádio lotado. Para o volante Allan, entretanto, a cabeça precisa estar fria:

“A gente tem que entrar pra jogar o nosso futebol”

O jogador, que já foi o mais pilhado do elenco um passado recente, é a prova viva de equilíbrio mental. Evoluiu e parou de levar tantos cartões amarelos. Para o clássico, o trabalho feito pelo elenco do Galo é impedir que “o barulho de fora tenha interferência”. Segundo Allan, se o Atlético conseguir repetir o desempenho que o levou aos títulos, a vitória no domingo será certeza.

– O único tipo de preparação que nós, não só eu, mas nós jogadores temos que ter é não deixar o barulho de fora interferir aqui dentro, no sentido de entrar muito nervoso, entrar só para dar pancada, só para arrumar confusão. A gente tem que entrar para jogar o nosso futebol, porque é o que a gente sabe fazer de melhor. Jogando o nosso bom futebol, tenho certeza que vamos sair com a vitória. Vamos nos preparar mentalmente para não cair na pilha – afirmou.

“A gente ficou devendo ano passado no aspecto clássico e, não só os jogadores, mas isso é uma satisfação para a torcida também, é um presente para eles, ganhar clássico e ganhar bem”

Um dos pilares do esquema tático de Antonio Mohamed, Allan admitiu que não acompanhou os jogos do Cruzeiro, que passa por grande reformulação no elenco, sob o comando de Paulo Pezzolano. A Raposa é a atual vice-líder do Estadual, com campanha praticamente idêntica à do Galo.

– Cara, vou ser bem sincero, não acompanho o Cruzeiro, muito menos os jogos. Então eu não sei te dizer o que nos assustaria. Mas a gente sabe do tamanho que é o Cruzeiro também, como instituição. Temos que respeitar sim, mas não acompanho, não sei te responder essa pergunta. Vai ser muito mais uma questão do mister nos passar os pontos fortes, os pontos fracos. Daí a gente vai ter um start por onde começar – completou.

Fonte: ge.globo.com

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